TRIBUTO A D.DINIS - 750 ANOS DO SEU NASCIMENTO - OFERTA DO "PENSAR ODIVELAS"

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Conferência - D. Dinis (O Lavrador) - O seu Reinado e o Seu Legado.

O Movimento Cívico Pensar Odivelas, organizou uma conferência com três objectivos: aprofundar o conhecimento sobre D. Dinis, de divulgar o seu reinado e dar a conhecer a ligação do Rei a Odivelas.

Esta conferência que contou com oradores de luxo, Dom Duarte Pio (Duque de Bragança), Rosado Fernandes, Maria Máxima Vaz, Carlos Coelho e Diogo Albuquerque (Secretário de Estado da Agricultura).


Mª Máxima Vaz, Dom Duarte Pio, Diogo Albuquerque, Xara-Brasil, Rosado Fernandes e Carlos Coelho.




Fonte: Pensar Odivelas.

Congresso Internacional D. Dinis.

No âmbito das Comemorações dos 750 anos do Nascimento de D. Dinis, a Câmara Municipal de Odivelas e a Sociedade de Geografia de Lisboa, promoveram, nos dias 06 e 07 de Outubro, o “Congresso Internacional D. Dinis 750 Anos do Seu Nascimento”.


Fonte: CMO

Uma imagem que vale, o que vale.

750 anos depois - continua-se a fazer História.

Fez ontem 750 anos que nasceu o Rei D. Dinis e a importância do seu reinado é tal que hoje continua a ser estudado, o seu reinado continua a ser debatido e é ainda tido como um exemplo em vários domínios.

A Conferência com o tema "D.Dinis (O Lavrador) - O Seu Reinado e o Seu Legado" é a prova disso mesmo, nenhum dos oradores deixou de o referir. Tanto Dom Duarte, como Rosado Fernandes, Máxima Vaz, Carlos Coelho e Diogo Albuquerque (Secretário de Estado da Agricultura em substituição de Assunção Cristas) o salientaram.

Esta conferência também ficará certamente na História de D. Dinis e das comemorações do seu 750º aniversário. Por isso mesmo e para memória futura, deixo aqui uma imagem do cartaz.




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

As primeiras autarquias.

O rei D. Diniz foi um dos maiores estadistas portugueses de sempre. Contam-se muitas histórias do monarca a quem deram o sobrenome “O Lavrador”. Assenta-lhe muito bem. Também combinariam muitos outros, como “O Poeta” pela obra literária que lhe é atribuída. 

De qualquer modo, são lhe reconhecidos inúmeros projectos que transformaram Portugal e fizeram do seu reinado, de 46 anos, dos mais intensos de todos. D. Diniz pode ser recordado na história por ter conseguido ganhar guerras sem armas, mantendo-se um fervoroso adepto da paz.

Uma dessas guerras travou-a com os senhores feudais de então, com o único objectivo de dinamizar a agricultura como a mais importante acção de fomento da economia nacional. 

D. Diniz queria os campos todos cultivados. Pretendia um País sustentável. E por isso, redistribuiu a propriedade e distribuiu as terras abandonadas. Criou as paróquias, a origem do poder autárquico, e fê-lo por cartas régias. Nasceram as feiras e concelhos como forma de tornar mais eficiente a administração das propriedades (régias). 

Com esta actuação, D. Diniz conseguiu articular a política centralizadora de então, com estas novas pequenas administrações territoriais, ou seja fez com que todos os portugueses ficassem mais perto do poder central, das suas decisões, da justiça, do conhecimento. 

O monarca pretendia um País mais unificado, para poder iniciar um conjunto de reformas indispensáveis como o restabelecimento das relações com o Papa, a oficialização da língua portuguesa, a criação da Universidade, o aumento do património monumental e o expansionismo da nossa identidade pela Europa do Sul e médio Oriente, através da Ordem dos Templários, os sábios que viajavam para apreender outros conhecimentos nas áreas mais importantes da época.

Agora comemoram-se os 750 anos do nascimento de D. Dinis (Dinis I, a 9 de Outubro de 1261) e bem que se pode dizer que a sua política se encontra na ordem do dia, precisamente num momento em que Portugal discute a reforma da administração local, na era das auto-estradas da informação e rodoviárias em que a distância se cumpre à velocidade de um ‘click’.

Em todo o caso, a razão do Rei D. Diniz persiste actual: um País sustentável só se consegue com uma agricultura forte, capaz de satisfazer as necessidades de consumo básicas... Senão todas, quase todas.

José Maria Pignatelli

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

D. Dinis - A quem chamaram o Lavrador

Um romance que conduz o leitor à intimidade
de um Rei justo, sábio e poeta.







Preço: 19,80 € 13,85 €
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Dinis - O Rei Civilizador


Dinis - O Rei Civilizador
Helena Barbas | Maria Máxima | José Carlos Fernández | Paulo Alexandre Loução

Uma visão inovadora da vida
de um Rei sábio e justo.


Os autores desta obra aprofundam as vertentes fundamentais da vida e do reinado de D. Dinis através de três conjuntos temáticos: 1 – O Rei Civilizador; 2 – O Rei Poeta; 3 – A influência de Isabel de Aragão e o Culto do Espírito Santo.
São vários os enigmas e estimulantes os temas de reflexão a que o reinado de Dinis e Isabel nos desafiam, e que este livro aborda:

«
Era D. Dinis um confrade templário? Como trovador estava ligado à corrente esotérica dos Fiéis do Amor? Terá chegado a desejar que o seu filho bastardo Afonso Sanches, também ele poeta, fosse o seu sucessor? O “espírito de liberdade” vivido na Universidade denota uma simpatia de D. Dinis pelas correntes heterodoxas? Terá conseguido, na verdade, ludibriar o Papa ao criar a Ordem de Cristo, sucessora dos Templários? Qual foi o impacto do franciscanismo no seu reinado?
Era realmente um poeta de excepção que merece um lugar na história da literatura? Preferia a diplomacia à guerra? A justiça era uma prioridade sua?
Enfim, foi o verdadeiro refundador de Portugal?
E Dª Isabel, teria simpatia pelo ideal cátaro? Por que só foi canonizada três séculos depois da sua morte, enquanto à sua tia, Isabel da Hungria bastaram uns anos? Por que foi censurado o texto de Pedro Mariz sobre a Rainha Santa? O Culto do Espírito Santo foi criado com base nalguns mistérios templários?»

Estamos certos que este livro lança uma nova luz na descoberta de uma personagem histórica tão ampla e fascinante, que não deve ser encaixada à força nos limites das historiografias redutoras.

Preço: 17,00 € 11,90 €
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D.Dinis e Santa Isabel.